Monday, March 27, 2006

Eu agora eu tô aqui. Mudem seus links.

Tuesday, March 14, 2006

White Mansion

O Brand Game tá de casa nova!!!! Vem ver aqui. Ficou lindo de morrer! Agradecimentos comovidos ao querido Danilo que sempre sabe superar minhas expectativas! Sei que não apareço faz um mês, mas a causa da minha ausência é mais do que justa. Volto semana que vem com conteúdo decente. Promise!

Thursday, February 16, 2006

Blood sugar baby, She's magik (ou *meu lado tiete* ou ainda *Sight, sound and Motion...uuhhhh, I like it!*)

Eu não tinha postado ainda, mas acho que todo mundo sabe que eu sou fã do Kevin Roberts e em Julho quando o conheci em Dublin tava pra ir me declarar praquele senhor simpático todo de preto, que escapou por pouco de ganhar um abraço apertado da brasileira maluca porque ele saiu antes do intervalo de volta pra Nova Zelândia :-( De qualquer maneira, soube recentemente do novo projeto do Kevin, pós *LoveMarks*. Trata-se de SISOMO, Sights, Sounds and Motion. Eu conto mais quando ler o livro, mas o site é self-explanatory. A web, os celulares com câmeras digitais, a tela traz muitas possibilidades de comunicação... Pra marketeiros das antigas ou da muderna...Emoção e conexôes legítimas e bem fundamentadas com o usuário/consumidor valem pra qualquer mídia.

Goste você da Saatchi ou não, o Kevin é uma unanimidade...

Steve Rubel, doMicro Persuasion agora trabalha na Edelman. Steve tem o blog de Advertising mais famoso do mundo... Good luck Steve! E leiam o MicroPersuasion!

Tuesday, February 14, 2006

Love will save the day
(* ou Sobre Patrimônio de Marca e flexibilidade*)

Aquele amigo, que só não é menos carnavalesco que eu, diz, amarradão, que vai sair no bloco acompanhando a namorada. Olhares atônitos se cruzam e o inevitável julgamento de que não tem nada a ver com ele. Me fez pensar que ele, como nós todos, construiu um patrimônio, equity, e todo mundo em volta se sente confortável pra emitir um julgamento sobre o que combina ou não com esse patrimônio.

Com as marcas é parecido. E esse episódio me fez pensar se existem momentos da marca onde seriam permitidas experiências e o quão flexível se pode ser com relação ao patrimônio. Explico a viagem:

i)Uma pessoa quando está apaixonada, ou se reinventando, ou acaba de passar por uma grande mudança, experimenta coisas novas. Como carnaval com a namorada. Porque se ela gosta, talvez você goste... O paralelo com as marcas é que há momentos onde a marca está se modificando, eventualmente modernizando, onde seria permitida a busca. Experimentar, com cuidadinho, pra ver se combina.

ii)Flexibilidade porque, francamente, as vezes uma marca está entristecida, ou largada, e uma nova experiência que não parece combinar com esse momento, é justamente o que se precisa para ver a marca de novo em contato com o que ela é, com o que sempre foi.

As marcas, como as pessoas, passam por um dilema, já que nem todas são aquilo que gostariam de ser. E as vezes um movimento inconsistente com o patrimônio que se gostaria de ter, deixa uma oportunidade sobre o que se tem passar.

Então eu, que normalmente sou rígida e conservadora quando o assunto é brand equity, hoje digo que as marcas devem às vezes flexibilizar...(Aproveite a promoção que pode ser por tempo limitado!)

Não, não estou sugerindo um comercial dublado do Elseve com o Maguila... Mas dou o maior apoio pro Daniel ir ao bloco... Apoio moral, porque certamente eu não vou estar lá pra ver, é claro, hehehehe.

E um feliz St Valentine´s pra vocês!

Sunday, February 05, 2006

Done, done, and I’m on to the next one
(Ou *Triste e lindo é o conteúdo gerado pelo usuário* ou ainda *Throw away your television*)

Como tudo está conectado, o tema de hoje tem relação com o que o Olivier Blanchard postou no Corante sobre a importância da mensagem. Durante meus quinze anos de Marketing, depois de passar pelas mais diferentes metodologias de avaliação de comerciais e por duas análises globais (uma no começo dos anos noventa e a outra em 2000) correlacionando resultados de negócio com propaganda, pra mim tá mais do que evidente que a mensagem é tudo... Algumas vezes grandes sacadas da propaganda são associadas a criatividade, quando na verdade, quase sempre, é uma verdade do consumidor que é apresentada num ângulo único... Só funciona mesmo pra construir a marca se O QUE você vai falar de fato importa e faz sentido...

Aí ontem, um sábado em que, exausta, fiquei semi-morta no meu sofá, assistindo cuidadosamente ao terror que é Saia Justa pensei que não importa quão boa a fórmula ou o visual se o que está lá dentro, a mensagem (nesse caso principalmente a Luana Piovani :-)) é podre!

Em tempos de reality shows e da web bombando com conteúdo gerado pelos participantes ou pelos usuários, sobreviverá quem tem o que dizer. Semana passada ouvi dois motoristas de táxi conversando sobre como esta edição estava uma droga e eles iam parar de assistir. Neeeeext!

Porém, se o conteúdo é gerado pelo usuário (ou no caso do BBB pelos participantes) como garantir que ele seja interessante?

A maneira como você coloca as pessoas certas juntas, falando sobre os assuntos certos parece ser a fórmula do sucesso. Só que claramente não há ciência ali, porque é possível imaginar como seria e as possibilidades, mas completamente impossível o que vai sair na prática.Como na hora em que você tá elaborando a mensagem de um comercial, o cuidado de entender as dinâmicas, as simulações, tudo tem que ser avaliado (Vale lembrar que os melhores blogs que a gente conhece são aqueles em que o autor escreve sobre uma grande paixão, então colocar alguém pra falar sobre o que entende e curte parece ser um bom caminho).

Mas, acredito que experimentar, aceitar que nem tudo vai funcionar e descontinuar os erros vai cada vez mais fazer parte do jogo.

PS - Sim, eu concordo que chamar a Luana Piovani e a Betty Lago pra entreterem pessoas dividindo seus pensamentos sobre assuntos variados era bem fácil ter previsto que não ia dar certo, né não?????????? Dizem elas que fizeram teste e tal, mas aí fico pensando se não existe um possível viés aí. O que leva ao assunto: se o cara é seu amigo pra tomar chopp será que necessariamente eu vou gostar do conteúdo que ele gera? Mas isso é papo pra outra hora.

Saturday, February 04, 2006

Novidades Wasabi

Novidades Wasabi: "

Amigos do Wasabi, pra inaugurar o nosso Novidades Wasabi, nada melhor do que a gente apresentar o time que construiu tudo isso aqui. Este que vos fala é Danilo Medeiros, ex-baixista e feliz criador do Digitalminds Podcast (www.digitalminds.com.br). Monica Sabino, mais conhecida como ms*, é quem cuida do marketing e também do nosso personal styling: nem pense em ficar sem cortar o cabelo perto dessa mulher! E, cuidando da sofisticadíssima tecnologia que faz o Wasabi ser tão simples de usar está Bruno Goyanna, meu grande amigo e ninja java developer.


Aproveitem pra adicionar a gente: danilo@wasabi.com.br,monica@wasabi.com.br e bruno@wasabi.com.br


E, caso tenham qualquer dúvida, crítica ou sugestão por favor enviempara o email contato@wasabi.com.br


Um grande abraço e até a próxima.

Esse foi Danilo falando lá no Wasabi News. Passa lá pra conhecer nosso projeto.

"

Friday, February 03, 2006

quem quiser um convite do wasabi é só mandar um email pra mim no monicasabino@gmail.com.

I was the fool because I thought I thought the world
Turns out the world thought me. It's all the other way round
We're upside down

(ou *Consumer Experience, terei uma boa?*)

Eu tenho essa teoria de que ser mãe me faz uma melhor profissional de Marketing... Pode ser só uma teoria... Mas ontem na hora do almoço ser mãe fez com que eu tivesse uma das piores experiências de compra dos últimos tempos, e olha que pensar no Velox ainda dói...

Fato é, que ontem eu fui comprar material escolar. Fui disposta a assinar um cheque de 800 reais para adquirir todos os livros e bugigangas que as meninas precisam para fazerem suas mentes infantis desabrocharem... Como eu sou virgiana e ocupada, eu já tinha encomendado tudo antes, desde terça, mas estavam faltando guaches e pedi que quando chegassem, a encomenda fosse entregue...

Como tinha que entregar na escola até sexta, a um determinado ponto desisti dos guaches e liguei para que entregassem mesmo assim. Eles não sabiam quem eu era... Aí eu pedi que separassem as duas listas que eu mesma ia pegar...

Como tava sem carro, pedi ao meu fiel escudeiro André que se juntasse a mim em um programa de indio de 50 minutos. Loja cheia, desorganizada, onde ninguém conseguia me dizer quanto pagar. Todo mundo na loja era incompetente e eu realmente me senti muito mal...

Curioso é que esta, para as crianças, é uma categoria de alto envolvimento... Se eu tivesse levado Aninha e Fafá teria gastado 50 reais a mais... Eu layoutaria aquela loja diferente. Eu colocaria livros no fundo e muitas canetinhas e caderninhos no caminho... Colocaria umas cadeirinhas pras menininhas escolherem agenda... E estudantes simpáticas que soubessem fazer conta pra ser as atendentes... E óbvio, nunca deixaria faltar guache... Certamente para esses tempos de volta as aulas eu faria uma loja online e uma parceria com um terceiro para a entrega. Bad, bad consumer experience... Me senti refém... E nunca mais volto. Mas fiquei com vontade de abrir uma papelaria. Hehehe